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O ESCRITÓRIO – CHEIO DE PERSONALIDADE – DA JENNA LYONS
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O ESCRITÓRIO DE EVA CHEN
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Nova fase =)
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DICAS DE OURO AO SE VESTIR PARA ENTREVISTAS DE EMPREGO – DE MODA!
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Problemas? Oba!

A maioria das pessoas vê a frase acima e pensa: “Como assim alguém pode ficar feliz com problemas?”. E foi exatamente por causa desse pensamento que o Roberto Shinyashiki escreveu esse livro.

“Problemas? Oba! – A Revolução para Você Vencer no Mundo dos Negócios” é um livro que faz você enxergar que problemas não são necessariamente coisas ruins na sua vida.  O autor vai mostrando no decorrer das páginas que quem se dá bem ou quem se destaca nos negócios é quem resolve problemas. É até um pensamento óbvio: “Vou resolver problemas e meu chefe/cliente vai ficar feliz comigo”. Mas não é isso que a gente pensa quando aparece um abacaxi na nossa frente, né? Segundo ele, a empresa que mais vai atrair clientes e mantê-los fiéis é aquela que souber solucionar da melhor maneira os problemas deles; o executivo que mais vai atrair anteção de seus superiores é aquele que consegue resolver com maior eficiência os problemas que aparecem no dia-a-dia da empresa.

E, além de focar na questão de que problemas são bons, ele também prega que não devemos só nos focar em “apagar os incêndios”, mas também devemos ir a fundo e descobrir a verdadeira causa para que eles não aconteçam mais.

O livro tem uma leitura bem leve e é daqueles que você lê super rapidinho, sabe? E ele tem dicas e métodos de como você pode começar a mudar seu pensamento, bem para motivar e te ajudar mesmo.

Boa leitura!

 

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Dicas do Joe Zee

Tenho que confessar: um dos meus passatempos favoritos é assistir reality shows. Se for sobre moda então, melhor ainda! Zoações de namorado à parte, esse guilty pleasure acaba sendo muito útil – quando o programa é sobre moda! -, porque sempre rolam umas dicas muito boas. Um dos meus preferidos é o All On The Line, apresentado pelo Joe Zee, um fashionista multitarefas fofíssimo: é diretor criativo da Elle americana, stylist, apresenta mais outro programa, faz participações em outros e por aí vai!joe zee

Esse programa dele é um dos meus preferidos! A cada episódio, JZ ajuda um estilista que está quase falindo a reestruturar sua marca, dando dicas, descobrindo os principais problemas e valorizando o que ele tem de diferencial. Cada um tem que montar uma mini coleção que é apresentada para o comprador de uma grande loja de departamentos, como Barneys e Neiman Marcus, que irão avaliar se irão comprá-la ou não. Em alguns episódios a coleção é comprada e a marca consegue se reerguer, em outros nem esse pedido é suficiente e eles fecham ou às vezes ela nem é comprada e o estilista realmente acaba falindo.

Os participantes tem todo tipo de história: alguns fizeram muito sucesso no passado mas não conseguiram se manter, outros são extremamente criativos e não conseguem achar uma linha comercial que o mercado aceite, tem ex-participante do Project Runway… Mas no meio de tantos casos e perfis diferentes, algumas lições do JZ são básicas para todos. Como um manualzinho que todo estilista deveria seguir, sabe?! Outro dia eu estava assistindo e resolvi anotar algumas delas!o que todo estilistaAcho que a essência de tudo é que os estilistas não podem esquecer que o papel deles não é simplesmente criar e ponto final. Eles também representam e são donos de uma marca, uma empresa, e isso exige um cuidado e organização. Precisam ter alguém que cuide e planeje do seu negócio (aliás, devem sempre ter em mente que isso é um negócio!), mas devem fazer sua parte e saber se vender quando necessário – numa reunião com compradores, por exemplo.

Para quem quiser assistir, o All On The Line passa no Glitz (canal 94 da Net), segundas às 18h 50 e 19h 40.

Beijos!

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Compartilhando #3

Ops, essa tag ficou sumidinha, mas já estamos de volta =) Vamos aos links da semana!?
Phone

DESGRUDE UM POUCO DO CELULAR!: esse artigo do NY Times fala sobre um movimento que está acontecendo em NY em que as pessoas estã0 fazendo jogos e criando regras para ficarem longe de seus celulares em jantares ou em casa. Tem até o que o Marc Jacobs faz a respeito, bem legal!

hoy voy

 UMA COISA BOA POR DIA DURANTE 21 DIAS: Um publicitário criou um projeto de 21 dias em que todo dia ele tem uma “missão” a cumprir. Quem vai fazer também?! (Eu me voluntario a ser a pessoa do 6o.! haha)

Morte

 “PARA SER FELIZ, PENSE NA MORTE”: Uma entrevista com uma médica especializada em cuidados paliativos, ou seja, pacientes terminais. Muita lições de vida para pensarmos a respeito.

burros

CUIDADO COM OS BURROS MOTIVADOS: Entrevista óóótima com o Roberto Shinyashiki, autor do livro desse post, sobre a sociedade que hoje em dia se preocupa mais em aparecer, do que realmente ser.

Beijos,

Dri

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Entrevista: Beth Saito (produtora de moda)

Oba, hoje é dia de entrevista =)

A Beth Saito trabalhou como produtora de moda e, super querida, topou contar para nós sobre a sua experiência de 30 anos produzindo desfiles e eventos!

Antes de ser produtora, ela foi modelo e, como oriental, teve uma certa resistência em conseguir trabalhos, mas com esforço e dedicação, conseguiu se firmar  no mercado de moda e publicidade (olha a determinação fazendo a diferença!!). Passando para o outro lado da passarela, ela produziu desfiles para shoppings, confecções e lojas, além de trabalhar para a Francal e a Feira de Material Esportivos. Também ajudou na implantação da área de moda do Senac, “apresentando desfiles e tendências para São Paulo e interior, levando toda a produção junto, muito diferente das palestras de hoje, pois o início foi com alguns profissionais do Senai-Senac fazendo as coleções e apresentando de forma itinerante.”, ela contou

Na época de modelo!

Na época de modelo!

Há (poucos) anos atrás, não era tão fácil conseguir e pesquisar informações de moda, então ela se devorava revistas importadas e vídeos, e sempre trocava informações com pessoas de todas as áreas. “Várias marcas da época tinham o hábito de viajar para Paris e Milão duas vezes por ano, colher informações e fotografar e assim criar ou adaptar suas coleções.” Olha como era diferente!

Aqui ela conta um pouco mais para nós sobre a sua carreira e dicas para você se dar bem na área:

(mais…)

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Planejando o tempo

Oi, Pessoal! Tudo bem!?

O post de hoje fala sobre um assunto que é cada vez mais recorrente no nosso dia-a-dia: “Estou sem tempo!!” Parece que as 24 horas do nosso dia nunca são suficientes para fazer o que precisamos e estamos sempre atrás do tempo perdido e “desesperados” com as urgências.

E foi organizando meu escritório esses dias que eu achei uma reportagem bem legal sobre o tema. Infelizmente, eu só tenho as páginas, então não sei de qual revista saiu =/ Mas a matéria é voltada para empreendedores e dá várias dicas de como evitar o desperdício de tempo. Aliás, esse é o assunto de abertura da reportagem: na maior parte das vezes, não é que não temos tempo, nós que o utilizamos de maneira errada! Achei algumas dicas bem interessantes e vou dividir com vocês:

  • Mantenha listas do que precisa fazer: isso ajuda a ativar a memória e ter controle de tarefas que precisam ser lembradas e/ou verificadas
  • Comunicação é peça-chave: certifique-se de que, ao se comunicar com alguém, a sua mensagem foi de fato compreendida e/ou anotada corretamente. E o inverso também ocorre: tenha certeza que as informações que lhe foram passadas foram compreendidas de maneira correta. Entendimento mútuo previne retrabalho!!
  • Problemas, erros e falha de comunicação sempre podem acontecer: Oi, Murphy! Esteja sempre preparado para possíveis problemas no meio do caminho para poder resolvê-los com mais rapidez.
  • Execute, revise e averigue: como dito anteriormente, retrabalho é perda de tempo! Ao realizar uma tarefa, tenha plena certeza de que está correto para que não tenha que fazer tudo de novo.

E aí, vamos fazer esse dia render?!

 

Update: a matéria saiu na revista O Confeccionista e foi escrita pela Camila Guesa

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Entrevista: Igor Dadona

Oi, pessoal! Carnaval já passou, então vamos que vamos nesse 2013, né? E para “começarmos” o ano bem, hoje eu trago uma entrevista, oba!

O entrevistado é uma pessoa muito, muito querida: Igor Dadona. Quem estudou na Anhembi há uns anos atrás com certeza já ouviu falar nele! O Igor estudou Design de Moda e eu me lembro de todo final de semestre um monte de gente se juntar na sala que ele ia apresentar seus trabalhos para ver qual era a criação da vez! O Igor é um estilista talentosíssimo e tem uma marca própria homônima, razão pela qual eu o convidei para essa entrevista. A marca está bem no começo, o Igor não tem um super investidor ou uma super equipe gigantesca, mas isso não é obstáculo nenhum pra ele deixar de seguir o sonho dele! Fiz algumas perguntas para ele contar um pouco como foram seus primeiros passos e como é seu dia a dia  no comando da marca. Ele é uma ótima inspiração para qualquer um começar já a realizar seus sonhos – e sem desculpas de que não tem tudo o que precisa!

Igor Dadona

Job-à-Porter: Porque escolheu estudar moda, mais especificamente Design?

Igor Dadona: Ter a chance de mostrar minha visão sobre uma fase que estou vivendo, sobre o que está acontecendo no mundo, mostrar que talvez bonito mesmo não é  aquilo que é idealizado num comercial de margarina, sempre me chamou atenção. Me expresso por desenhos desde muito pequeno, com o passar do tempo percebi que poderia mostrar esse meu universo interior através da moda, daquilo que outra pessoa usaria por talvez estar se identificando e percebendo com a subjetividade dela, a minha. Isso me fascina.

JP: Você fez algum estágio ou trabalhou na área antes de abrir sua própria marca?

ID: Ainda na faculdade, em 2008, fui convidado pra trabalhar nos desfiles do estilista Mario Queiroz, onde comecei a entender melhor como realmente “acontecia” a moda. Depois disso trabalhei para o site Moda Brasil cobrindo a SPFW e a Casa de criadores, fiz o mesmo tipo de trabalho jornalístico com o editor de moda masculina Lula Rodrigues por duas temporadas. Depois trabalhei 1 ano com o Stylist Raphael Mendonça, que assina editoriais de revistas como Harper’s Bazaar e Vogue de todo o mundo. Aprendi muito por todos esses lugares que passei, desde como escrever um texto jornalístico, até como produzir uma boa foto para uma campanha, afinal toda experiência só acrescenta quando você sabe retirar o melhor de cada uma.

JP: Conte um pouco sobre o conceito da sua marca.

ID: Minha marca imprime muito como enxergo o mundo e as pessoas, é para quem não tem medo de expressar o que sente e como é, assim como eu sou. O universo do fetiche e do rock’nroll sempre estão presentes em minhas coleções, junto com referências ultra pessoais que coloco em cada peça. Por exemplo, na coleção de Inverno 2013 a referência central foram uns pesadelos que eu tinha quando criança. Decido compartilhar esse meu “mundo” muitas vezes obscuro, mas com uma beleza ímpar com meus clientes.

JP: Como é um dia seu de trabalho (do design, à produção, divulgação, venda…)?

ID: Eu costumo criar muito rápido uma coleção, acho que a parte mais demorada é a de pesquisa, decido uma referencia, mergulho nela, vou pesquisar tecidos, aviamentos, coisas que possam representar o que quero passar. Depois disso desenho toda coleção em uns dois, três dias. Tenho uma modelista que também é minha costureira fiel, chama-se Ivani, desenvolvemos as peças juntos, e ela me entende como ninguém! Haha Não tenho muitos problemas no desenvolvimento. Divulgo minhas peças na fanpage e no meu perfil pessoal de redes sociais, mas em breve lançarei meu site. As vendas são feitas pelos mesmos locais atualmente.

JP: Você tem pessoas que te ajudam?

ID: Sou apenas eu e minha costureira.

JP: Como você se organiza para fazer tudo?

ID: Gosto de aproveitar que a marca está no inicio para cuidar de tudo sozinho, assim quando um dia eu precisar de uma grande equipe, manterei esse nível de controle.

JP: Quais cursos (de moda, desenho, programas de computador, administração…) foram essenciais para sua carreira?

ID: Eu ODEIO computador  quando se trata de criar, desenhar uma coleção, faço exatamente tudo a mão. Acho que fica muito artificial, uma peça criada dentro de um programa, não acredito em peças feitas dessa forma (essa é uma opinião exclusivamente minha, não quero desmerecer nenhum profissional) é apenas meu método de trabalho. Mas para alguns outros casos, como banners, convites, etc o uso de um photoshop por exemplo pode ajudar, mas não sou um expert em máquinas!

JP: Você faz algum tipo de planejamento para o futuro da marca?

ID: Sim, planejo em breve vender em multimarcas físicas e depois abrir minha própria loja. Talvez a primeira seja fora do Brasil, ainda está tudo engatinhando, vamos ver…hahaha

JP: Alguma dica para alguém que também quer começar sua marca própria?

ID: A dica é: crie com seus sentimentos, não com o que o mercado pede. Acredito que por isso a moda parece tão saturada. As pessoas precisam sentir e sentir-se mais. 

Igor,  o Job-à-Porter te deseja MUITO sucesso na sua caminhada!

E muito obrigada pela entrevista!