inspiração | Job-à-Porter | Página: 3
O ESCRITÓRIO – CHEIO DE PERSONALIDADE – DA JENNA LYONS
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O ESCRITÓRIO DE EVA CHEN
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Nova fase =)
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DICAS DE OURO AO SE VESTIR PARA ENTREVISTAS DE EMPREGO – DE MODA!
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inspiração

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Marina Larroudé, a brasileira do Style.com

O post está saindo atrasado – ops! – mas, tudo bem, a dica é boa então está valendo, né?!

Bom, não sei se vocês já leram a Glamour Brasil, mas, em todas as edições, eles escolhem uma moçoila para ser a Glamour Girl do mês. Daí a reportagem conta um pouco da vida dela, do estilo, o que inspira e aquela coisa toda que a mulherada gosta de saber!

Na Glamour de Julho, a escolhida foi a Marina Larroudé que, nascida em Araçatuba, hoje em dia mora em NY e é diretora de mercado do Style.comTsá, meu bem?!?!? E eu achei bem bacana a reportagem porque ela conta como conseguiu o tal dream job, como é a função dela e diquinhas que ela aprendeu com os americanos em relação ao trabalho!

Texto bem delicinha e para a gente ficar com inveja orgulho da colega brazuca!

 

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Moda Operandi: Lauren Santo Domingo

Loira, linda, magra, casada com herdeiro milionário, estrela de blogs de streetstyle, editora da Vogue, co-fundadora e diretora criativa do M’O. Não, não é para você ficar com inveja, é para você se inspirar mesmo, ok?!

Nascida em Connecticut e formada em História pela University of Southern California, Lauren entrou na moda como modelo, mas a profissão durou pouco, já que logo ela entrou na Vogue America como assistente. Como ela mesmo diz, “com muito trabalho duro e determinação” ela foi subindo na revista até chegar ao posto de Market Editor. Depois de alcançar um cargo tão sonhado por tantos, ela se tornou, em 2004, diretora de RP na J. Mendell e foi responsável pelo lançamento – muito bem sucedido – da coleção prêt-à-porter da marca. Em seguida, partiu para comandar o departamento de RP na Carolina Herrera até que, em 2006, voltou para nossa querida Vogue. Nessa época, além de atuar como colaboradora da revista, cuidando do styling de editoriais, a sra. Santo Domingo, trabalhava como stylist freelancer para estilistas, celebridades e lojas em Paris e NY.

E como trabalho pouco é bobagem, nossa querida fashionista resolveu se unir à sua BFF Aslaug Magnusdottir para criar o M’O – sem deixar de atuar como colaboradora da Vogue, bien sûr  Diz que elas queriam há tempos abrir um negócio juntas, mas elas não quiseram ir no óbvio “site/blog de moda” (que seria um sucesso com certeza, se considerar o super estilo da Lauren e a quantidade de fotos de streetstyle dela pela web)  e esperaram até que tivessem uma ideia boa o suficiente. Como surgiu a ideia a gente já sabe, né? 

Além de ser uma super motivação do tipo “não estagne sua carreira apesar de ter um ultra-mega-blaster cargo”, não temos como fugir do fato de que ela é uma inspiração fashionística ambulante!

E, depois desses looks lindos, termino o post com palavras da própria:

“Sometimes the best accessory a girl can have is a friendly smile and a kind work”

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Moda Operandi: Aslaug Magnusdottir

Aslaug Magnusdottir com seu nome impossível de ser pronunciado é um ótimo exemplo de como podemos quebrar barreiras e tentar coisas novas, sejam elas novas para nós mesmas ou para a sociedade.

Nascida na Islândia, passou de bailarina, gerente de agência de modelos, mãe, ativista política em prol dos direitos das mulheres, chairwoman da Companhia Nacional de Ballet da Islândia a advogada, investidora e empreendedora. Ufa!

Aslaug diz que sempre gostou e teve muito interesse em moda, mas por morar na Islândia, as oportunidades não eram das melhores. Assim, resolveu ser prática e se formou em Direito. E não foi qualquer formação: passou por uma faculdade na Islândia, conquistou seu diploma na Duke University of Law (EUA) e, em 2000, se tornou a primeira islandesa a ter um MBA da Harvard Business School.

Mas como essa mulher mil e uma utilidades foi parar no nosso querido mundinho fashion?

Depois do seu MBA, ela foi, por três anos, engagement manager de uma empresa de consultoria, em 2004,  virou diretora de investimentos até que ela sentiu que aquele era um bom momento para trabalhar com moda. Em 2006, virou vice presidente da Marvin Traub Associates, uma empresa de consultoria para marcas de luxo. Não satisfeita em ter um cargo sonhado por tantos e tantos, em 2007 fundou uma empresa de investimentos (TSM Investiments) com ninguém menos que o Marvin Traub (oi? Percebeu que é o mesmo nome da empresa que ela trabalhava?), todo poderoso do varejo de luxo mundial. A tal empresa de investimentos é voltada para novas marcas de moda.

E aí você acha que ela fundou a Moda Operandi? Não, meu bem, ainda tem mais! Aos 41 anos, com uma carreira de invejar advogado a fashionista, ela ainda virou vice presidente de produtos e serviços de luxo da Gilt Group (e-commerce de produtos de luxo com preços mais baixos) e presidente de uma marca de joias, a House of Waris.

E aí, depois de adquirir toda essa experiência e contatos, a islandesa, já muito poderosa até então, teve um insight e percebeu que, ao mesmo tempo que os estilistas reclamavam que não conseguiam produzir suas melhores peças mostradas nos desfiles, os consumidores também se frustravam por não conseguir suas peças dos sonhos desfiladas. Assim, ligando A + B, ela criou o Moda Operandi.

A razão de o M’O ser tão comentado é, além de sua super equipe, seu processo de vendas: nada de esperar meses até a peça chegar na loja (ou não chegar!) para você comprar; depois de desfiladas, as peças são fotografadas e ficam no site de 3 a 7 dias para você possa fazer seu pedido. Já são mais de 250 designers e a média de pedidos de compra gira em torno de R$ 1400,00.

E, além de toda essa inspiração para você parar de reclamar que é de uma cidade pequena ou que está em outra área, ela também é uma ótima fonte de looks adequados para a situação fashionista/mulher de negócios:

E termino o post com um conselho da própria Aslaug Magnusdottir:

Always be true to yourself and pursue what you’re passionate about.

(Sempre seja fiel a você mesmo e vá em busca do que você ama).

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O time Moda Operandi

Moda Operandi. Se você tem um mínimo interesse por moda e acompanhou (nem que tenha sido por cima!) o SPFW na semana passada, você certamente escutou esse nome. O e-commerce, que tem como diferencial começar a vender peças de desfiles (que não necessariamente chegariam às lojas) 24 horas depois de ele terminar, teve três representantes prestigiando os desfiles tupiniquins: Taylor Tomasi-Hill, Ashley Bryan e Bettina Santo Domingo. Elas causaram um super bafafá, participaram de mesa redondada, fotografaram e filmaram editoriais, tiveram meettings com várias marcas brasileiras… Mas, e aí? De onde elas vieram, como chegaram onde estão e como surgiu esse tal de M’O, sucesso nos negócios fashionisticos?

 

Para o retorno dos posts do Job-à-Porter , vamos ter uma série de posts sobre a história de cada uma das integrantes do M’O. Fashionistas comandando o e-commerce mais falado do momento? Vai ter muita história boa para nós (e algumas roupas lindas também, né? Afinal, ninguém é de ferro!).

 

 

 

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Sobre o fracasso

Oi, pessoal!

Me desculpem pelo sumiço, foi por um bom motivo: estou trabalhando! Ou seja, meu blog funcionou para mim! hahaha Espero que ajude vocês também.
Consegui meu emprego pelo Carreira Fashion, ou seja, eu mesma provei o que eu escrevi: o investimento do serviço vale a pena.
Voltando….

Um ponto importante para a carreira de todos (e acho que não só para a carreira, mas também para outras partes da vida) é o fracasso. Muitas vezes nós deixamos de fazer alguma coisa com medo de fracassar ou, então, se fracassamos, desistimos e nunca mais tentamos.

Eu estava lendo um livro que fala um pouco da história do Tommy Hilfiger. Quando se formou, ele e mais alguns amigos abriram uma loja de jeans na cidade natal deles, Elmira, NY. Alguns anos depois a loja faliu. Mesmo assim, ele não desistiu e se mudou para Manhattan para continuar tentando. Ficou um tempo trabalhando como designer freelancer até que um empresário indiano o descobriu e investiu numa marca homônima. O resto é história e acho que todo mundo percebeu o quanto deu certo, né? Quem sabe se ele não tivesse fracassado com a loja dele no passado, ele conseguiria ter chego onde chegou?

Moral da história: mesmo que você fracasse, continue tentando. Um fracasso não precisa ser o fim da linha. Você pode transformá-lo numa etapa do seu caminho até Lá, da qual você pode tirar diversos aprendizados.

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Aprendendo com Grace Coddington

Continuando com o The September Issue…

Um outro motivo para assistir ao TSI é a muito fofa Grace Coddington. Ela é a Diretora Criativa da Vogue US, dona de uma enorme cabeleira ruiva e responsável por editoriais maravilhosos. Você pode não conhecê-la por nome, mas eu tenho certeza que já viu um de seus editoriais. Uma vez eu li uma entrevista com ela e ela disse que gosta de fazer as pessoas sorrirem com seus editoriais. E é isso mesmo que acontece né?

Bom, além de fazer esses editoriais lindos, ela deve ser uma das únicas que peitam a A. Wintour e realmente fala a sua opinião e reclama quando acha que tem que reclamar.

Em uma cena do documentário, um dos jornalistas está reclamando para a Grace que a Anna odiou tudo o que ele fez e que ele não sabe mais o que fazer, e é aí que entra toda a sabedoria da Grace:

(“Não seja muito bonzinho. Você precisa achar uma maneira de construir seu caminho e se fazer necessário. Uma maneira que funcione para você e a Vogue”)

Ensinamentos de uma das maiores e bem sucedidas diretoras criativas do mundo: pra anotar e levar para a vida!

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The September Issue

Acho que todos já ouviram falar (ou devia ter, se você é de modas), o The September Issue. É um documentário gravado em 2009 que acompanha a criação da edição de setembro da Vogue US, que foi uma edição que teve o maior número de páginas da história. Dá para acompanhar todo o trabalho da redação, inclusive da tirana, diva, editrix, enlouquecida, ou como você preferir definir,  Anna Wintour.

Vale muito muito a pena assistir a esse documentário porque ele mostra bem o dia-a-dia da redação da revista, como que são escolhidas as imagens que vão na edição, as discussões para uma tomada de decisão, os photo shoots, a Anna Wintour gongando uns trabalhos hahaha. Sério, pra qualquer um que se interesse por trabalhar em revista é obrigatório (apesar de não gostar dessa palavra, acho que aqui cabe), mas também indico pra quem não tem tanto interesse. Além de mostrar a redação da revista, aparecem vários eventos e acontecimentos envolvendo grandes nomes da moda. Mesmo que uma área não seja o nosso foco, é interessante saber um pouco mais sobre como funciona.

Quando assistir, preste atenção nas discussões, relacionamento e pontos de vista da Anna Wintour e da Grace Coddington, diretora criativa da revista. É muito interessante ver como a Grace é toda romântica, se apaixona por suas imagens e está sempre pensando na beleza, enquanto a Anna tem uma mente muito mais racional e pensa no que funciona e vende, tirando da revista o que ela achar que não funcione, apesar de ser uma imagem maravilhosa.

Nunca vi para vender no Brasil, mas você pode muito bem usufruir de todas as opções que a internet oferece para baixar filmes de graça ou comprar pelo site oficial do documentário ou pelo Itunes.

Um bom filme para você!