Job-à-Porter | Um blog sobre o lado profissional da moda. | Página: 11
O ESCRITÓRIO – CHEIO DE PERSONALIDADE – DA JENNA LYONS
O ESCRITÓRIO – CHEIO DE PERSONALIDADE – DA JENNA LYONS
O ESCRITÓRIO DE EVA CHEN
O ESCRITÓRIO DE EVA CHEN
Nova fase =)
NOVA FASE =)
DICAS DE OURO AO SE VESTIR PARA ENTREVISTAS DE EMPREGO – DE MODA!
DICAS DE OURO AO SE VESTIR PARA ENTREVISTAS DE EMPREGO – DE MODA!
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Problemas? Oba!

A maioria das pessoas vê a frase acima e pensa: “Como assim alguém pode ficar feliz com problemas?”. E foi exatamente por causa desse pensamento que o Roberto Shinyashiki escreveu esse livro.

“Problemas? Oba! – A Revolução para Você Vencer no Mundo dos Negócios” é um livro que faz você enxergar que problemas não são necessariamente coisas ruins na sua vida.  O autor vai mostrando no decorrer das páginas que quem se dá bem ou quem se destaca nos negócios é quem resolve problemas. É até um pensamento óbvio: “Vou resolver problemas e meu chefe/cliente vai ficar feliz comigo”. Mas não é isso que a gente pensa quando aparece um abacaxi na nossa frente, né? Segundo ele, a empresa que mais vai atrair clientes e mantê-los fiéis é aquela que souber solucionar da melhor maneira os problemas deles; o executivo que mais vai atrair anteção de seus superiores é aquele que consegue resolver com maior eficiência os problemas que aparecem no dia-a-dia da empresa.

E, além de focar na questão de que problemas são bons, ele também prega que não devemos só nos focar em “apagar os incêndios”, mas também devemos ir a fundo e descobrir a verdadeira causa para que eles não aconteçam mais.

O livro tem uma leitura bem leve e é daqueles que você lê super rapidinho, sabe? E ele tem dicas e métodos de como você pode começar a mudar seu pensamento, bem para motivar e te ajudar mesmo.

Boa leitura!

 

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Oportunidade! Renovação do banco de currículos do Chic!

Gosta de ler o Chic da Gloria Kalil e seus Chics? E que tal fazer parte da equipe?

O site está atualizando seu banco de currículos, então se você tem qualquer experiência em moda, mande um e-mail com seu currículo para andredoval@chic.com.br

Boa sorte =)

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Moda Operandi: Aslaug Magnusdottir

Aslaug Magnusdottir com seu nome impossível de ser pronunciado é um ótimo exemplo de como podemos quebrar barreiras e tentar coisas novas, sejam elas novas para nós mesmas ou para a sociedade.

Nascida na Islândia, passou de bailarina, gerente de agência de modelos, mãe, ativista política em prol dos direitos das mulheres, chairwoman da Companhia Nacional de Ballet da Islândia a advogada, investidora e empreendedora. Ufa!

Aslaug diz que sempre gostou e teve muito interesse em moda, mas por morar na Islândia, as oportunidades não eram das melhores. Assim, resolveu ser prática e se formou em Direito. E não foi qualquer formação: passou por uma faculdade na Islândia, conquistou seu diploma na Duke University of Law (EUA) e, em 2000, se tornou a primeira islandesa a ter um MBA da Harvard Business School.

Mas como essa mulher mil e uma utilidades foi parar no nosso querido mundinho fashion?

Depois do seu MBA, ela foi, por três anos, engagement manager de uma empresa de consultoria, em 2004,  virou diretora de investimentos até que ela sentiu que aquele era um bom momento para trabalhar com moda. Em 2006, virou vice presidente da Marvin Traub Associates, uma empresa de consultoria para marcas de luxo. Não satisfeita em ter um cargo sonhado por tantos e tantos, em 2007 fundou uma empresa de investimentos (TSM Investiments) com ninguém menos que o Marvin Traub (oi? Percebeu que é o mesmo nome da empresa que ela trabalhava?), todo poderoso do varejo de luxo mundial. A tal empresa de investimentos é voltada para novas marcas de moda.

E aí você acha que ela fundou a Moda Operandi? Não, meu bem, ainda tem mais! Aos 41 anos, com uma carreira de invejar advogado a fashionista, ela ainda virou vice presidente de produtos e serviços de luxo da Gilt Group (e-commerce de produtos de luxo com preços mais baixos) e presidente de uma marca de joias, a House of Waris.

E aí, depois de adquirir toda essa experiência e contatos, a islandesa, já muito poderosa até então, teve um insight e percebeu que, ao mesmo tempo que os estilistas reclamavam que não conseguiam produzir suas melhores peças mostradas nos desfiles, os consumidores também se frustravam por não conseguir suas peças dos sonhos desfiladas. Assim, ligando A + B, ela criou o Moda Operandi.

A razão de o M’O ser tão comentado é, além de sua super equipe, seu processo de vendas: nada de esperar meses até a peça chegar na loja (ou não chegar!) para você comprar; depois de desfiladas, as peças são fotografadas e ficam no site de 3 a 7 dias para você possa fazer seu pedido. Já são mais de 250 designers e a média de pedidos de compra gira em torno de R$ 1400,00.

E, além de toda essa inspiração para você parar de reclamar que é de uma cidade pequena ou que está em outra área, ela também é uma ótima fonte de looks adequados para a situação fashionista/mulher de negócios:

E termino o post com um conselho da própria Aslaug Magnusdottir:

Always be true to yourself and pursue what you’re passionate about.

(Sempre seja fiel a você mesmo e vá em busca do que você ama).

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O time Moda Operandi

Moda Operandi. Se você tem um mínimo interesse por moda e acompanhou (nem que tenha sido por cima!) o SPFW na semana passada, você certamente escutou esse nome. O e-commerce, que tem como diferencial começar a vender peças de desfiles (que não necessariamente chegariam às lojas) 24 horas depois de ele terminar, teve três representantes prestigiando os desfiles tupiniquins: Taylor Tomasi-Hill, Ashley Bryan e Bettina Santo Domingo. Elas causaram um super bafafá, participaram de mesa redondada, fotografaram e filmaram editoriais, tiveram meettings com várias marcas brasileiras… Mas, e aí? De onde elas vieram, como chegaram onde estão e como surgiu esse tal de M’O, sucesso nos negócios fashionisticos?

 

Para o retorno dos posts do Job-à-Porter , vamos ter uma série de posts sobre a história de cada uma das integrantes do M’O. Fashionistas comandando o e-commerce mais falado do momento? Vai ter muita história boa para nós (e algumas roupas lindas também, né? Afinal, ninguém é de ferro!).

 

 

 

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Oportunidade! Estágio na Lolitta

A marca Lolita, criada e comandada por Lolita Hannud, acaba de abrir um concurso para escolher uma estagiária para auxiliar tanto no blog quanto no escritório da marca.

Se você gosta de moda e redes sociais, não perca a chance!

Todos os detalhes estão no blog da marca: Lo-v-it

As inscrições vão até sexta, dia 10/02, à noite.

Boa sorte =)

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Oportunidade! Vagas no E-Closet

O maior e-commerce brasileiro de moda começou o ano abrindo vagas na sua equipe! Pensa em seguir carreira na área de produção? Essa pode ser sua chance:

O E-Closet procura duas pessoas para trabalharem como assistentes de produção no escritório da empresa em SP.

Ficou interessado? Mande seu currículo para mural@e-closet.com.br

E boa sorte =)

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Desvendando a Assessoria de Moda

Há pouco o tempo o Chic fez uma reportagem com dois grandes asssessores de moda, Roberto Ethel (MKT Mix)  e Helena Augusta (empresa homônima), a respeito da área.

Eu escolhi as partes mais interessantes para por aqui:

“Jornalismo
Helena, que se formou em moda, destaca também os pré-requisitos voltados a quem tem um perfil mais jornalístico. ‘Para ser um bom assessor é necessário um bom texto, além de saber se relacionar com a imprensa. Também acho que sendo criativo e tendo abertura e confiança do cliente, o trabalho de um assessor flui melhor. Todas as áreas ligadas a comunicação são importantes para o trabalho de um assessor’.”

Roberto Ethel acredita que a formação jornalística é importante e ajuda muito, mas que não é obrigatória como acontece também nas redações. ‘Muitos bons profissionais não tem a formação universitária de jornalista, mas aprenderam na prática’. E há algum desafio? ‘O maior hoje, com as crescentes mudancas tecnológicas e a velocidade cada vez maior no fluxo de informações, é manter a credibilidade e a confiabilidade, trabalhar dentro de uma ética jornalística’.”

(…)Para ser bem sucedido: determinação, estudo, disponibilidade e muita vontade de crescer, se dedicar. E saber que moda não só glamour, é muito trabalho também’. (Roberto)”

“Ser um bom assessor é…
‘Ser criativo todos os dias!’ acredita Helena Augusta, e, para Roberto Ethel: ‘Ser realmente de imprensa: trabalhar como jornalista, dentro das percepções de mercado, ter ética para ter credibilidade, e cada vez mais ajudar a imprensa e o cliente com informações de destaque’, finalizou.”

Para conferir na íntegra, clique aqui


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“The End of Fashion”

Hoje venho indicar mais um livro para a categoria Must Read: The End Of Fashion – How Marketing Changed the Clothing Business Forever

Esse livro fala sobre a fase de quando e como o marketing mudou o rumo da moda. É interessante como ele mostra que o marketing pode fazer vender horrores um produto que nem é necessariamente tão bom assim, mas como também a falta dele pode fazer com que um estilista incrível chegue a falir por não conseguir que as pessoas comprem suas criações. Também comenta sobre a transição dos holofotes para a moda acessível, voltado então para a Alta-Costura; o que as marcas tiveram que fazer quando as passarelas parisienses deixaram de ditar sozinhas as tendências e silhuetas da estação.

Acho que toda leitura é válida, independente se é exatamente a sua área ou não (como já disse outra vez, é importante também ter um conhecimento sobre as outra áreas), mas indico especialmente para os marketeiros e para os que aspiram a área da criação, já que o livro abre os olhos para o fato de que criatividade por si só não vende sozinha.

O livro não foi traduzido para o português e nunca vi para vender no Brasil, então tem que comprar pela internet em sites como Barnes&Noble, Amazon… Ele foi escrito por uma jornalista americana do The Wall Street Journal, então o vocabulário dela não é dos mais simples, é mais formal. Mesmo com um inglês fluente, às vezes você pode empacar numas palavras, mas nada que um dicionário não ajude.

Boa leitura!

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Sobre o fracasso

Oi, pessoal!

Me desculpem pelo sumiço, foi por um bom motivo: estou trabalhando! Ou seja, meu blog funcionou para mim! hahaha Espero que ajude vocês também.
Consegui meu emprego pelo Carreira Fashion, ou seja, eu mesma provei o que eu escrevi: o investimento do serviço vale a pena.
Voltando….

Um ponto importante para a carreira de todos (e acho que não só para a carreira, mas também para outras partes da vida) é o fracasso. Muitas vezes nós deixamos de fazer alguma coisa com medo de fracassar ou, então, se fracassamos, desistimos e nunca mais tentamos.

Eu estava lendo um livro que fala um pouco da história do Tommy Hilfiger. Quando se formou, ele e mais alguns amigos abriram uma loja de jeans na cidade natal deles, Elmira, NY. Alguns anos depois a loja faliu. Mesmo assim, ele não desistiu e se mudou para Manhattan para continuar tentando. Ficou um tempo trabalhando como designer freelancer até que um empresário indiano o descobriu e investiu numa marca homônima. O resto é história e acho que todo mundo percebeu o quanto deu certo, né? Quem sabe se ele não tivesse fracassado com a loja dele no passado, ele conseguiria ter chego onde chegou?

Moral da história: mesmo que você fracasse, continue tentando. Um fracasso não precisa ser o fim da linha. Você pode transformá-lo numa etapa do seu caminho até Lá, da qual você pode tirar diversos aprendizados.

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Oportunidade! Vaga na Arezzo

Ama sapatos? Que tal trabalhar na líder de mercado do setor??
A Arezzo está procurando um webdesigner para seu núcleo “On Line”, com residência em São Paulo ou Porto Alegre.
Descrição e conhecimentos técnicos:” Photoshop, Dreamweaver, Flash, Fireworks, HMTL, CSS, Pacote Office. Importante: ser usuário/a MAC. Gostar de MODA. Gostar de DESAFIOS. Ter “pique” para o VAREJO. Vontade de Aprender e Crescer em empresa e área em plena expansão”.
Interessou? Mande seu currículo ou/e protifólio para: rhvarejo@arezzo.com.br